terça-feira, 31 de janeiro de 2012

TUPINAMBÁS

                            
Foto de Angra dos Reis - Internet
TUPINAMBÁS



Segundo se sabe, Angra dos Reis é um município brasileiro, situado a oeste do estado do Rio de Janeiro.
Trezentas e sessenta e cinco paradisíacas ilhas dele fazem parte.
Antes da sua descoberta, pelos portugueses, eram habitadas por tribos índigenas, os Tupinambás.
O sítio é muito frequentado por turistas, de muito poder económico que possuem pequenos jactos, para se deslocarem.
Outros partem do Rio de Janeiro, em carreiras regulares, também de jactinhos, para se deslocarem ali.
Assim procede Olavo, a gostar de requinte, naturalmente também atracção de mulheres, que logo lhe reconhecem essa sua faceta.
De Praia de Pujuçara, depois de ali passada a noite, foi ao Rio de Janeiro, embarcar de novo, para o apartamento, sede das suas investigações.
Sentiu o doce prazer de ser recebido, pela sua bonita amante Mirta, que o adorava.
Esta logo o mimoseou de carícias.
Era a vez de premiá-la com um dia gostoso, passado por inteiro naquela Éden, que primeiramente, se denominara de Vila dos Três Santos Reis.
O facto ocorreu em 1502, em que a 6 de Janeiro de 1502, dia dos Reis Magos, Gonçalo Coelho, no comando de uma expedição chegou a uma baia ou angra, que a todos encantou.
Foi por ali, que Olavo e Mirta almoçaram, trocando sempre olhares comprometedores, de languidez.
Continuaram, num clima de encantamento.
Até que, voltaram ao apartamento, para tomar indumentária própria a darem umas braçadas braçadas nas límpidas e amenas águas de Angra.
De regresso ao apartamento uma doce surpresa, que a bonita Mirta imaginara, para presentear Olavo.
Este olhou a requintada mesa, verificando que graças à companheira, iria jantar â luz de velas, como ocorrera a Mirta, ser mais um requinte que o amado gosta?
Ambos, a sós, foram trocando muitos olhares muito cúmplices.
Assim estiveram por bastante tempo.
Depois, por iniciativa de Mirta, sentaram-se no sofá com um Vinho do Porto, de 30 anos.
Olavo fez questão de a iniciar a saber degustar aquele verdadeiro néctar, enquanto ela langorosamente, de se ia enroscando, como num jogo lúdico,
Como Olavo iria para Lisboa no dia seguinte, resolver os casos que estavam a chegar ao P. C. do escritório de lá, conforme registado no seu Notebook.
Por outro lado estava saudoso da sua legítima e adorada Vera, que contactava diariamente.
Entrementes, Mirta pediu para ficar no apartamento, com o que Olavo concordou.
Porém se voltasse levando Vera ela, imediatamente, antes deixaria o apartamento disponível.
Confiava, de todo, nela e na sua manifesta lealdade!
Eram horas e como sempre, era evidente que dormiriam juntos.
Ela não descurou nada, até no modo de escolher a “langerie” para a noite.


Daniel Costa

5 comentários:

  1. Visitando o Tupenanbás faço uma retrospectiva de minha árvore geológica...Tbm sou descendente de índios.dizem que José de Anchieta se entendia melhor com os índios do que com os portugueses.Eu sou o contrário me entendo melhor com os portugueses do que com os índios.kkkkkkkkkkkkkkk
    O Olavo desta vez resolveu dar uma maneirada no amor.Visitando a Vera possa ser que seu coração mude um pouco...Assim espero...

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  2. úteis informações, meu querido! Sou, também, descendente de índios e fico triste com a situação que ora eles passam.
    Bonita postagem.
    Abraços.

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  3. Além das peripécias de Olavo, você ilustrou o capítulo com preciosas informações.
    Em cada investigação, um novo amor! Olavo ainda vai se encontrar em difícil situação (rss).

    Bjs.

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  4. Olá Daniel,

    Angra dos Reis é um lugar belíssimo! Já estive lá, mas faz tempo.
    Gostei muito deste capítulo, tão rico em história.
    O Olavo, como sempre, desfrutando dos prazeres da vida longe de sua amada Vera (Será???). Traidor!!! (rsrsrs)

    Bjs.

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  5. Admiro quando descreves a parte histórico-geográfica desses paraísos ecológicos, Daniel. Perfeito!
    Perfeito também é o aconchego idílico que inseres no texto.
    Bonito demais...
    Uma ótima semana, amigo!Beijos!

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