quarta-feira, 9 de agosto de 2017

PARADIGMA DA CORRUPÇÃO - LAVA JACTO

Foto de Daniel Cordeiro Costa.
O autor e o pianista do restaurante Sol e Brasa (João Pessoa - 2016)

Foto de Daniel Cordeiro Costa.
O autor, no lançamento do livro NUA da cançonetista Renata Arruda (2016 . João Pessoa)

PARADIGMA DA CORRUPÇÃO - LAVA JACTO

Continuando sempre o Brasil o grande País do futuro - questiona-se: porque, já passados dois séculos, esse futuro continua adiado?
Miguel Foz é levado a crer que focos de políticos corruptos se vão coordenando em organização contínua, com vista, ao estatismo da corrupção.
Fazem que andam, mas apenas lhes interessa produzir riqueza para poucos, ficando todo um povo a viver a ditadura do limiar da pobreza.
No entanto o monumental processo do denominado LAVA JACTO, de incontornável corrupção política, reúne todas as condições de ruptura do actual sistema.
Como pode um país progredir onde a maioria da governação, bem vistas as coisas, será corrupta?
Tudo leva a crer, que o LAVA JACTO, acordará o povo a tomar nas mãos, os destinos desse futuro que lhe está reservado:
- O de poder dispor de uma economia competitiva a nível mundial.
Só através de uma economia, sempre emergente, o Brasil pode deixar de fazer parte, do grupo, dos países terceiro-mundistas,
Claro que este PAÍS DO FUTURO, levará várias gerações a construir, o que, não só, exige uma sociedade capaz de criar génios vocacionados para a política, como estes sejam altruístas, para o país e para a sociedade.
Há a tomar a devida nota:
- “Para quem é bom nunca é tarde”.
Depois a história, julgará os seus construtores, para os séculos vindouros, além de que a sua luta será compensada pela própria sociedade, não contando com a própria felicidade do dever bem cumprido.

Amanhecer buscando sonhos

Sem angústia tão eminente
Somos cria sobrevivente
Somos frutos de um só Brasil

Pátria ninho que nos abriga

Erga seu filho ó mãe gentil
Na injustiça que nos derrota
Triste momento de ser Brasil

Futuro incerto sem garantia

Esperança trevo verde ilusão
A pátria é berço que nos abriga
Bendito fruto de uma nação.

Lelinha
(Valéria Lelinha Guimarães)
(poetisa do Rio de Janeiro)

Sendo a cultura a alma dum povo, políticos brasileiros, olhai bem o poema atrás que, a autora passou numa rede social, numa das redes sociais, que já a ninguém podem passar indiferentes.
Aos políticos, por maioria de razão, porque encontram nelas os tribunais da verdadeira da opinião pública, sob a jurisdição do povo.
E como é  hábitual dizer-se:
- O povo é soberano!...
De qualquer modo um dos primeiros passos, após tentar, serem desfeitos os vergonhosos “NÓS” da corrupção, é activar mais a cultura.
Abrindo a via para o BRASIL – PAÍS DO FUTURO…
Havendo uma cultura de qualidade no Brasil, contudo, carece de estar de, em quantidade, mais de acordo com a sua 5ª. demografia do planeta.
O censo brasileiro de 2010 deu 190.755.799.

Daniel Costa


quarta-feira, 2 de agosto de 2017

ANALISE SOCIOLÓGICA DAS ELITES BRASILEIRAS

Foto de Daniel Cordeiro Costa.




ANÁLISE SOCIOLÓGICA DAS ELITES

Já se vê que,  Miguel Foz, se acreditasse em destinos, intuiria já estar pré-determinado ter nascido brasileiro, mas não, a dedicação ao País do Cruzeiro do Sul é apenas factual.
Sendo assim, com certo conhecimento de causas e efeito, propõe-se analisar esse grande futuro que sempre foi destinado ao Brasil, e que a sua colonização e consequente descolonização, continuam a fazer pressupor.
É que o extenso País, onde brilha a estrela do Sul, cujas fronteira, determinaram uma dimensão territorial alargada, pressupondo um extenso mercado económico, ainda inexplorado.
Nesta era, da globalização, isso é fulcral e deixa antever um grande drama de uma sociedade a parecer incapaz de se superar, produzindo no seu meu meio, elementos capazes de bem governar, rumo a esse futuro.
A grande República Federativa do Brasil, é composta por 27 Unidades Federativas, mais propriamente o Estado Federal e mais 26 Unidades Federativas, em extensão é nada mais, nada menos, que o quinto país do mundo, numa área de 8.515. 767.049 km. logo atrás da Rússia, China, Estados Unidos e Canadá.
Por aqui se se vê, que é o terceiro maior do seu continente, a seguir aos Estados Unidos da América.
E como escreveu alguém, brasileiro, que residiu em Portugal alguns anos:

- Acredito que Portugal tenha certas características nas quais o mundo inteiro devia inspirar-se.
Se Portugal vive do passado, eu tenho a certeza de que é isso o que os faz ter raízes tão fundas e fortes.
O mundo devia ter o balanço entre a rigidez e o afecto que tem os portugueses.
De nada adiantam a simpatia dos brasileiros se eles nos impedem de agir com a seriedade que determinados assuntos exigem.
O deputado Jair Bolsonaro, que defende ideias piores que as Donald Tramp, emergiu como piada e hoje se fortalece como descuido no nosso cenário político.
Nem Bolsonaro nem Trump passariam em Portugal.
Os portugueses – de direita ou de esquerda – não riem desses tipo de figura, nem permitem que elas floresçam.
Acho que o mundo seria melhor se fosse um pouquinho mais parecido com Portugal.
Essa sorte, pelo menos, nós brasileiros tivemos.

Eis uma síntese antropológica e sociológica, dos descobrimentos e posterior colonização que os portuguesas, levaram a efeito ao comandaram e traçarem as fronteiras do Brasil.
Porém, essas elites, não se limitaram a tratar das fronteiras, elas já eram acompanhadas de elementos, nomeadamente o clero, para que a aculturação fosse um facto saliente.
Ora, o seguinte enunciado: um Estado consiste num País, numa extensão de terreno, um povo, uma religião e uma cultura.
Com a independência, em 07/09/1822, com o famoso grito do Ipiranga, junto do riacho do mesmo nome, dado por D. Pedro, filho do rei de Portugal.
O mesmo que viria a ser o primeiro Imperador do Brasil, como D. Pedro I.
Estavam criadas condições para as elites do novo País, que Portugal deixava, pela descolonização o engradecerem com estruturas de melhor alcance económico.
Seria daí que adiria o bem-estar de todo o povo e não só, o de alguns, como tem acontecido, a longo de cerca de dois séculos.
Então, onde está o Brasil, País do Futuro?
- Grande futuro, para o Brasil, nunca deixou de existir, e mesmo na era da Globalização ele mais se acentua.
Senão vejamos:
- O povo de todo o mundo, não vivem da produção de serviços, mas da criação de produtos que, só da terra e do mar se podem extrair.
Como pode ser visível, nesse aspecto, o solo e o subsolo do extenso Brasil, convidam a uma exploração em moldes de modernidade.
Ao longo destes últimos dois séculos, da sociedade do Brasil, não terão surgido génios políticos, ou estes terão sido ofuscados por elites, pouco menos que medíocres a sentirem-se bem entre a mediocridade de corruptos.

Foto de Daniel Cordeiro Costa.


Assim pensa Miguel Foz, Brasileirão convicto, que abordará o tema: BRASIL - PAÍS DO FUTURO, sob o ponto de vista da antropologia e da sociologia.

Daniel Costa