terça-feira, 12 de setembro de 2017

AGRICULTURA, OU AGRONEGÓCIO , VOCAÇÃO DO BRASIL

Foto de Daniel Cordeiro Costa.

AGRICULTURA, OU AGRONEGÓCIO, VOCAÇÃO DO BRASIL

No princípio toda a economia do espaço, que se havia de alargar, aodar–se início à colonização do Brasil, foi baseada no que hoje podemos de chamar de agronegócio.
Sabendo-se que, este representa hoje, 23% do PIB – Produto Interno Bruto do Brasil, segundo o IBGE - Instituto do Brasil de Geografia e Estatística, tudo faz encaminhar os destinos económicos nesse sentido.
Convém realçar que Miguel Foz tem também morada temporária, na cidade de João Pessoa, Cabo Branco, Paraíba, junto ao sítio em que, carinhosamente, os poderes instituídos, estabeleceram a chamada Jampa, orgulho dos extremamente barristas, habitantes da cidade.
É ali o seu posto de observação e estudo do País, que se habituou a amar.
Partindo do princípio do crescimento desta produção, no grande Brasil, que este está entre os países de maior suporte económico do, mundo, advindo do Agronegócio.
A área plantada cresceu cerca de 53%.
Pergunta-se então, como se explica, como em João Pessoa, além de se ter de recorrer, na generalidade, parasse de prover à alimentação das de todas as pessoas (só aqueles a que poderia chamar de indigentes), aquilo se convencionou chamar de RESTARANTE POPULAR, onde por menos de um Real, é o preço a pagar por um almoço completo.
Que só haja restaurantes tipo Buffet?
Citam-se restaurantes, como SAL E Brasa ou MARÉ ALTA, no Bessa e Manaíra, respectivamente, de grande reputação.
Sabe-se que, na maioria dos casos, produtos há de reprodução perene:
- Agora a pergunta fica no ar, posto isto,  onde está a qualidade de vida a que qualquer cidadão tem direito?
Para onde os governantes canalizam os milhões da economia?
- Para o saco da corrupção?
Fica o exemplo de apenas uma Unidade Federativa, mas que dizer das restantes?
Veja-se outro exemplo da má gestão de governação, Rio de Janeiro – RJ, cujo descalabro é enorme, neste ano de 2017, onde nem os policiais, menos outras corporações de funcionários públicos, recebem os seus vencimentos no fim de cada mês.
Que credibilidade se pode ter nos políticos eleitos?
- Zero!...
- Como dizia, na sua comicidade, Jô Soares numa rábula, in programa televisivo “Planeta dos Homens”, da TV Globo, no fim do passado século XX.
Quer dizer; os mesmos desiludiram, os eleitores, que com o seu voto, esperavam deles a contrapartida de boa governação.
Como se explica que já em pleno século XXI, grande parte dos assalariados, tenham o seu vínculo apenas diário?
Que governo é este que nem ao menos tem Ministério do Trabalho, curador de leis adequadas, para que este se movimente numa base tendente ao moderno progresso, de um dos maiores países do mundo, com o é o Brasil?
Quer dizer o Brasil é grande, mas está a ser governado por mentes de pigmeus, que apenas mostram querer saber uma empírica ciência de corrupção!...
Ora é o trabalho o grande motor do progresso, modernamente, estudado por Karl Max, por Emile Durkaim ou Max Weber.
Três sociólógos cientistas europeus, que deixaram ao mundo, estudos sobre as leis do trabalho, da organização social, que já não podem, nem devem ser ignorados por qualquer “staff” governativo, sobretudo no mundo ocidental.
Devemos crer que também partirá de uma forte emigração, no Brasil há uma forte corrente migratória que se tornou contínua, uma diáspora brasileira, mais um fertilizante a fazer germinar o Brasil – País do Futuro.
Depois, que fique sempre a lembrança que o Brasil de hoje tem muito do sangue de nobreza do sueste da Ibéria, por isso, Portugal e Brasil se dizem PAÍSES IRMÂOS.

Daniel Costa


sábado, 2 de setembro de 2017

SOLIDARIEDADE - A GAZUA DO FUTURO

Foto de Daniel Cordeiro Costa.
Foto de Daniel Cordeiro Costa.

SOLIDARIEDADE - A GAZUA DO FUTURO

Qualquer governo terá sucesso, se as medidas a implementar tiverem em vista a solidariedade com todo o povo.
Como o povo, ao contrário de que se possa pensar, em votação seguinte, privilegia sempre a governação do grupo, que mostra querer encaminhar o País, o Estado, em trilhos de elevação económica.
Afinal, é a economia a estrada que conduz ao progresso de qualquer Nação.
Cabe ao núcleo governativo estabelecer leis gerais. Desde que essas beneficiem a sociedade, esta saberá agir na sua própria elevação.
É dessa elevação: de elevação em elevação que a grandeza do futuro, um futuro mais brilhante se alcançará.
O actual estado de tudo, e em toda a parte do Brasil, é um verdadeiro caos de degradação: quer na saúde, nas finanças públicas e concomitantemente, toda a área financeira, na lei, na economia, tudo fruto de uma corrupção, pode dizer-se generalizada, que atingiu um nível elevadíssimo, a fazer fé em muitas fontes.
Pelo menos, há muitos ex- e governantes em processos de julgamento, ou sob o atento olhar da justiça a quererem manter o poder.
Acontece até com políticos ex–governantes a quererem candidatar-se a altos cargos da governação.
É o povo votante, que tem de esperar que dele mesmo, saiam génios, ou algum génio, para encetar um governo novo, sem qualquer interveniente de governos anteriores, que tão má conta deram e ainda estão a dar dos altos cargos que desempenham, perante tantas riquezas que de que dispõem, para extrair e distribuir.
Gente nova, que comece por apresentar, modernidade nas próprias salas de trabalho, dos seus próprios partidos, ou grupos.
Depois o “negócio” corrução envolve números, cujos mapas, ainda que, de certo modo aleatório, estarrecem qualquer observador.
Ainda que na 5ª. Maior extensão territorial do mundo, o capital que tem servido os da alta corrupção seria o suficiente, para um investimento condigno daquele grande Pais Sul-Americano capaz de, economicamente, o conduzir a ombrear com os Estados-Unidos da América do Norte.
Diz bem Miguel Foz; “capaz de, economicamente, depois de várias gerações, poder vir a ombrear com os EUA”. Isto, que fique claro, não é utopia.
De qualquer modo a utopia, hoje só existirá até que algum sonhador tenha a coragem de encetar, um modo para a sua realização.
As várias dezenas de sociólogos brasileiros, que prestem um grande serviço ao seu povo; abraçando o assunto, abrindo caminho a que, algum ou alguns génios da política, afim-de constituir-se um grupo que aposte na inovação, enquanto se solidariza com o seu povo, no sentido de formar um apoio global, para uma governação eficaz.
Que se ponham os meios de produção ao serviço do povo, e não a serviços inconfessáveis, só de alguns, parasitas, do desenvolvimento da sociedade.

Tenhamos a certeza, a corrupção jamais servirá a política, esta sim, por uma corja destes, pode ser posta ao seu serviço.
O desenvolvimento social, cultural e económico, só pode avançar para níveis razoáveis, se todo um povo for beneficiado. Só uma maior destreza mental pode distinguir alguém, não a falta de dignidade, a qualquer preço.

De uma sondagem publicada em Agosto de 2017:

- “Quase todos os brasileiros (94%) admitem que não se sentem representados pela classe política, numa altura em que falta pouco mais de um ano para a realização de eleições presidenciais e para o Congresso”

Em redes sociais, há já, em andamento um movimento, chamado
RESISTÊNCIA BRASIL, que vem usando o “slong” seguinte:

- “AJUDE NA LUTA CONTRA A CORRUPÇÃO! VAMOS LUTAR PARA QUE TODOS POLÍTICOS E PESSOAS ENVOLVIDAS COM CORRUÇÃO SEJAM AFASTADAS E PUNIDAS”.

Daniel Costa






domingo, 20 de agosto de 2017

O NOVO MUNDO IBEROAMERICANO, NASCIDO COM O TRATADO DAS TORDESILHAS

Foto de Daniel Cordeiro Costa.Foto de Daniel Cordeiro Costa.
Foto de Daniel Cordeiro Costa.Foto de Daniel Cordeiro Costa.
                                        Ministro dos Transportes de Portugal,  Eng.º Viana Baptista                                                           inauguração do Certame Luso-Brasileiro, LUBRAPEX 80.
Foto de Daniel Cordeiro Costa. Foto de Daniel Cordeiro Costa.
À esquerda, o Presidente da República Portuguesa, visita a LUBRAPEX 80. 
A direita, o Eng.º Adwaldo Cardoso de Barros, presidente dos Correios do Brasil, observa a exposição. 

Foto de Daniel Cordeiro Costa.


O NOVO MUNDO IBEROAMERICANO, NASCIDO COM O TRATADO DAS TORDESILHAS

Chegados ao século XX, sobretudo, havia manifestações culturais, mais em Espanha, na Península Ibérica, designadas IBEROAMERICANA.
Miguel Foz participou numa dessas, em 1977,na cidade de Bilbau, a norte de daquele País.
As bandeiras, do Brasil, Espanha e Portugal, içadas e a dardejar na fachada do edifío do "El Corte Inglês", onde teve lugar essa IBEROAMERICANA, apelavam ao conceito de irmandade de povos.
Isto é… Continuava o apelo a que naquele, sempre Novo Mundo, progredisse, o PAIS DO FUTURO; o mais extenso, o Brasil, o maior País daquele espaço, que se convencionou chamar de IBEROMERICANO.
De qualquer modo, foi o povo irmão que tomou a iniciativa de em 1964 criar o maior evento cultural que, alternadamente, se realiza em Portugal e Brasil, com a designação genérica de LUBRAPEX.
Que em Lisboa, LUBRAPEX 1980, além de contar com a Presidência do então, ministro dos Transportes de Portugal, Engº. Viana Baptista, na inauguração, entre, outras entidades, como o Presidente dos Correios do Brasil, Coronel Adwaldo Cardoso Botto de Barros, assim como como o Presidente dos Correios de Portugal, Dr. Norberto Pilar.
Sua Excelência, o Presidente da República Portuguesa, General Ramalho Eanes veio, a honrar também o certame, com a sua visita.
Se tivermos em vista, a cultura ser a alma dum povo, sempre que, politicamente há alguém a cometer danos lesivos desse povo, por meio de corrupção ou outros, deve responder por isso, perante autoridade representativa da comunidade.
Como se vê, o povo do Brasil, sabe responder presente, a tratar do seu engrandecimento, é assim ele a apelar a que os poderes instituídos, ou a instituir, sigam os exemplos de gradeza, que os seus concidadãos apontam.

Como escreveu o jornalista Rodrigo Guedes de Carvalho:
- “Nos séculos mais recentes os grandes pensadores da política, de filosofia e sociedade democrática parecem estar de acordo num ponto. Um Estado que não protege os seus, que não garante a segurança aos cidadãos, assina a sua própria sentença: deixa de fazer sentido, deixa de nos parecer essencial. Dito de outra forma: para que serve afinal?”

Cerca de duzentos anos após a chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil, não se sabe ao certo, quantos milhares de portugueses embarcaram em Lisboa, a caminho do Brasil, no dia 27 de Novembro de 1807, acompanhando a Rainha Dona Maria I e o príncipe regente D. João numa vagem, verdadeiramente pioneira do continente europeu para o americano.
A decisão de transferir a corte para o Brasil, após conversações secretas, fora tomada a 22 de Outubro.
Pouco depois, a 27, em Fontainebleau (França), franceses e espanhóis, decidiram a partilha de Portugal.
Como é evidente isso constituiu motivo para a coroa portuguesa mais se unir, á sua grande colónia do Brasil, onde na sua capital, a cidade do Rio de Janeiro, foi estabelecer a sede da sua governação.
Bem vistos todos os incidentes, de ordem bélica que a revolução francesa de Napoleão Bonaparte, estava a provocar no mundo, Portugal defendia-se, passando a corte para lá do continente europeu, onde teve hegemonia, do sul da Península Ibérica.
Miguel Foz, medita no assunto, partindo dum ponto de vista sociológico.
Sendo assim, pode pensar-se que a independência do Brasil, teve neste facto a sua causa próxima.
A corte portuguesa esteve sediada no Rio de Janeiro 13 anos, de 1808 a 1821.
Sabe-se que, de repente, esta cidade teve de suportar mais cerca de 15.000 portugueses, da comitiva real, o que logo criou novos problemas de habitação, em primeiro lugar, depois de outros recursos, como os de alimentação.
Para prover tudo o que à governação dizia respeito foi necessário, criar toda uma nova estrutura governamental, o que de imediato teve execução.
Ao mesmo tempo colocando nessa estrutura, todo o potencial humano que acompanhava o séquito da corte.
Em resultado o Rio de Janeiro, progrediu muito.
É natural que neste séquito, já funcionasse muito a velha “cunha”, à portuguesa, o mesmo que dizer; a corrupção, a troca de favores,
A partir dos quais se tivesse desenvolvido corrupção, tal como actualmente é conhecida no Brasil.
Em Portugal, em certos meios, diz-se que a corrupção do Brasil faz parte também da herança colonial portuguesa.
Seja como for, o processo da descolonização, não conheceu a rotura, que se impunha, apenas uma sucessão governativa.

Daniel Costa



quarta-feira, 9 de agosto de 2017

PARADIGMA DA CORRUPÇÃO - LAVA JACTO

Foto de Daniel Cordeiro Costa.
O autor e o pianista do restaurante Sol e Brasa (João Pessoa - 2016)

Foto de Daniel Cordeiro Costa.
O autor, no lançamento do livro NUA da cançonetista Renata Arruda (2016 . João Pessoa)

PARADIGMA DA CORRUPÇÃO - LAVA JACTO

Continuando sempre o Brasil o grande País do futuro - questiona-se: porque, já passados dois séculos, esse futuro continua adiado?
Miguel Foz é levado a crer que focos de políticos corruptos se vão coordenando em organização contínua, com vista, ao estatismo da corrupção.
Fazem que andam, mas apenas lhes interessa produzir riqueza para poucos, ficando todo um povo a viver a ditadura do limiar da pobreza.
No entanto o monumental processo do denominado LAVA JACTO, de incontornável corrupção política, reúne todas as condições de ruptura do actual sistema.
Como pode um país progredir onde a maioria da governação, bem vistas as coisas, será corrupta?
Tudo leva a crer, que o LAVA JACTO, acordará o povo a tomar nas mãos, os destinos desse futuro que lhe está reservado:
- O de poder dispor de uma economia competitiva a nível mundial.
Só através de uma economia, sempre emergente, o Brasil pode deixar de fazer parte, do grupo, dos países terceiro-mundistas,
Claro que este PAÍS DO FUTURO, levará várias gerações a construir, o que, não só, exige uma sociedade capaz de criar génios vocacionados para a política, como estes sejam altruístas, para o país e para a sociedade.
Há a tomar a devida nota:
- “Para quem é bom nunca é tarde”.
Depois a história, julgará os seus construtores, para os séculos vindouros, além de que a sua luta será compensada pela própria sociedade, não contando com a própria felicidade do dever bem cumprido.

Amanhecer buscando sonhos

Sem angústia tão eminente
Somos cria sobrevivente
Somos frutos de um só Brasil

Pátria ninho que nos abriga

Erga seu filho ó mãe gentil
Na injustiça que nos derrota
Triste momento de ser Brasil

Futuro incerto sem garantia

Esperança trevo verde ilusão
A pátria é berço que nos abriga
Bendito fruto de uma nação.

Lelinha
(Valéria Lelinha Guimarães)
(poetisa do Rio de Janeiro)

Sendo a cultura a alma dum povo, políticos brasileiros, olhai bem o poema atrás que, a autora passou numa rede social, numa das redes sociais, que já a ninguém podem passar indiferentes.
Aos políticos, por maioria de razão, porque encontram nelas os tribunais da verdadeira da opinião pública, sob a jurisdição do povo.
E como é  hábitual dizer-se:
- O povo é soberano!...
De qualquer modo um dos primeiros passos, após tentar, serem desfeitos os vergonhosos “NÓS” da corrupção, é activar mais a cultura.
Abrindo a via para o BRASIL – PAÍS DO FUTURO…
Havendo uma cultura de qualidade no Brasil, contudo, carece de estar de, em quantidade, mais de acordo com a sua 5ª. demografia do planeta.
O censo brasileiro de 2010 deu 190.755.799.

Daniel Costa


quarta-feira, 2 de agosto de 2017

ANALISE SOCIOLÓGICA DAS ELITES BRASILEIRAS

Foto de Daniel Cordeiro Costa.




ANÁLISE SOCIOLÓGICA DAS ELITES

Já se vê que,  Miguel Foz, se acreditasse em destinos, intuiria já estar pré-determinado ter nascido brasileiro, mas não, a dedicação ao País do Cruzeiro do Sul é apenas factual.
Sendo assim, com certo conhecimento de causas e efeito, propõe-se analisar esse grande futuro que sempre foi destinado ao Brasil, e que a sua colonização e consequente descolonização, continuam a fazer pressupor.
É que o extenso País, onde brilha a estrela do Sul, cujas fronteira, determinaram uma dimensão territorial alargada, pressupondo um extenso mercado económico, ainda inexplorado.
Nesta era, da globalização, isso é fulcral e deixa antever um grande drama de uma sociedade a parecer incapaz de se superar, produzindo no seu meu meio, elementos capazes de bem governar, rumo a esse futuro.
A grande República Federativa do Brasil, é composta por 27 Unidades Federativas, mais propriamente o Estado Federal e mais 26 Unidades Federativas, em extensão é nada mais, nada menos, que o quinto país do mundo, numa área de 8.515. 767.049 km. logo atrás da Rússia, China, Estados Unidos e Canadá.
Por aqui se se vê, que é o terceiro maior do seu continente, a seguir aos Estados Unidos da América.
E como escreveu alguém, brasileiro, que residiu em Portugal alguns anos:

- Acredito que Portugal tenha certas características nas quais o mundo inteiro devia inspirar-se.
Se Portugal vive do passado, eu tenho a certeza de que é isso o que os faz ter raízes tão fundas e fortes.
O mundo devia ter o balanço entre a rigidez e o afecto que tem os portugueses.
De nada adiantam a simpatia dos brasileiros se eles nos impedem de agir com a seriedade que determinados assuntos exigem.
O deputado Jair Bolsonaro, que defende ideias piores que as Donald Tramp, emergiu como piada e hoje se fortalece como descuido no nosso cenário político.
Nem Bolsonaro nem Trump passariam em Portugal.
Os portugueses – de direita ou de esquerda – não riem desses tipo de figura, nem permitem que elas floresçam.
Acho que o mundo seria melhor se fosse um pouquinho mais parecido com Portugal.
Essa sorte, pelo menos, nós brasileiros tivemos.

Eis uma síntese antropológica e sociológica, dos descobrimentos e posterior colonização que os portuguesas, levaram a efeito ao comandaram e traçarem as fronteiras do Brasil.
Porém, essas elites, não se limitaram a tratar das fronteiras, elas já eram acompanhadas de elementos, nomeadamente o clero, para que a aculturação fosse um facto saliente.
Ora, o seguinte enunciado: um Estado consiste num País, numa extensão de terreno, um povo, uma religião e uma cultura.
Com a independência, em 07/09/1822, com o famoso grito do Ipiranga, junto do riacho do mesmo nome, dado por D. Pedro, filho do rei de Portugal.
O mesmo que viria a ser o primeiro Imperador do Brasil, como D. Pedro I.
Estavam criadas condições para as elites do novo País, que Portugal deixava, pela descolonização o engradecerem com estruturas de melhor alcance económico.
Seria daí que adiria o bem-estar de todo o povo e não só, o de alguns, como tem acontecido, a longo de cerca de dois séculos.
Então, onde está o Brasil, País do Futuro?
- Grande futuro, para o Brasil, nunca deixou de existir, e mesmo na era da Globalização ele mais se acentua.
Senão vejamos:
- O povo de todo o mundo, não vivem da produção de serviços, mas da criação de produtos que, só da terra e do mar se podem extrair.
Como pode ser visível, nesse aspecto, o solo e o subsolo do extenso Brasil, convidam a uma exploração em moldes de modernidade.
Ao longo destes últimos dois séculos, da sociedade do Brasil, não terão surgido génios políticos, ou estes terão sido ofuscados por elites, pouco menos que medíocres a sentirem-se bem entre a mediocridade de corruptos.

Foto de Daniel Cordeiro Costa.


Assim pensa Miguel Foz, Brasileirão convicto, que abordará o tema: BRASIL - PAÍS DO FUTURO, sob o ponto de vista da antropologia e da sociologia.

Daniel Costa




segunda-feira, 10 de julho de 2017

BRASIL - TALISMÃ

Foto de Daniel Cordeiro Costa.
Foto de Daniel Cordeiro Costa.
Foto de Daniel Cordeiro Costa.
Foto de Daniel Cordeiro Costa.

BRASIL - TALISMÃ

Em Janeiro de 1964 Miguel Foz, Criou a FRANQUIA – Revista Filatélica Portuguesa, objectivamente visando cobrir, Jornalisticamente, todo o espaço de língua portuguesa, o que é actualmente o espaço da Lusofonia.
Além de que, então espaço colonial português, incluía o Brasil, isso era indicado em toda a propaganda dirigida.
A revista foi a primeira, devidamente registada, de língua portuguesa impressa em Off-set, com capa a quatro cores.
Apesar do grande País, que é Brasil, o grande mercado, até à Revolução Portuguesa de Abril, logo em 1964, foi Angola.
De notar que os pagamentos vinham em jogo de lotaria, cautelas premiadas, já que o dinheiro angolano era, apenas, de circulação interna.
Todos os aviões TAP, das carreiras de Angola, na altura, três por semana, traziam cautelas premiadas, para assinaturas da FRANQUIA.
Para o Brasil, Miguel Foz, fazia expedir imensa propaganda dirigida, dado o custo de correio, por convenção, ser igual ao de Portugal, acrescido de portes aéreos, no caso dessa opção.
De modo espontâneo, o jornalista filatélico, Américo Tozzini. Com coluna no jornal Esporte de São Paulo, e espaço semanal “Cinco Minutos com a Filatelia” no programa radiofónico da Rádio Bandeirantes, “Pulo do Gato”, de São Paulo, passou a promover a revista FRANQUIA e a escrever semanalmente, ao seu Director.
Resultou que, bastantes jornalistas, de cidades periféricas de São Paulo, promoveram a novidade FRANQUIA, em resultado, o acervo da já extinta revista tem na sua constituição, uma pasta repleta de recortes que mencionam a revista ou o seu Director.
Depois as tarifas de correio, foram revistas, em alta, houve grande desvalorização monetária e o mercado Brasil foi-se desvanecendo.
Américo Tozzini, já a morar em São Vicente, continuou a escrever na mesma cadência, até que a sua voz se apagou.
Entretanto, como Freelancer, Miguel Foz veio e escrever mais sobre a filatelia do Brasil, nomeadamente bastante, para a Revista Crónica Filatélica de Madrid.
No intervalo preparou e publicou na Revista FN – Filatelia e Numismática, uma entrevista ao General Euclides Pontes, Presidente da FEBRAF – Federação Brasileira de Filatelia.
Das cerca de cinquenta medalhas de Exposições Filatélicas, conquistadas, na Classe Literatura, algumas, incluindo a primeira, foram atribuídas em certames do Brasil.
Por tudo isto e muito mais, aquele País da América Latina, entrou no coração de Miguel Foz, como talismã.
Quanto mais vai conhecendo o próprio Pais, e os muitos brasileiros que agora já conhece  pessoalmente, mais sente admiração pela grande extensão do seu território e pela grandeza suas potencialidades económicas.


Daniel Costa

quinta-feira, 6 de julho de 2017

A EXCELSA CELSA

Foto de Daniel Cordeiro Costa.


A EXCELSA CELSA

Foi já em 1968 que Miguel Foz entrou nos quadros intermédios da grande Fábrica Gráfica, Bertrand & Irmãos, então detida pelo Grupo brasileiro A.G.G.S.
Ali tomou conhecimentos avançados, para a época, de entusiasmar quem, tendo partido havia quatro anos, de jornaleiro de jorna, da agricultura.
Ali estava Miguel Foz, no gabinete que partilhava, com o veterano António Alcaraz, a ser o representante interno para as livrarias, nas obras editorias de livros.
Logo aí, começou por fixar muitos vocábulos usados no Brasil, com vários colegas, normalmente de serviços administrativos, com realce para o Senhor Mariano, um homem muito tranquilo, que do Rio de Janeiro, foi destinado a implementar uma nova filosofia na produção gráfica, da Bertrand & Irmãos.
Deu-se singular avanço cultural, já que o meio gráfico e literário, era na altura, o de mais – valia nesse aspecto. Isso pode ver-se no livro LISBOA CAFÉ, no espaço dedicado à Gráfica Bertrand & Irmãos, que também foca a dignidade atingida, assim como as interessantes amizades criadas no meio literário.
Note-se apenas, a interacção com um sobrinho, do genial poeta da língua, Fernando Pessoa.
Fernando Pessoa, que sendo conhecido como verdadeiro príncipe, dos poetas, a então Agência de Publicidade CINEVOZ, no Natal de 1969, decidiu fazer uma recolha dos artigos que publicou na revista, COMÉRCIO E CONTABILIDADE, que seu cunhado, Francisco Caetano Dias, fundou e dirigiu.
A CINEVOZ, titulou o livro, de apenas quinhentos exemplares, por TEXTOS PARA DIRIGENTES DE EMPRESAS, para ser o seu cartão de Boas Festas de 1969.
Estava, pois, encetado o rumo lusófono - brasileiro, de Miguel Foz, como se irá ver.

Daniel Costa




terça-feira, 4 de julho de 2017

BRASIL - O PAÍS DO FUTURO

INICIO... Brasil o País do Futuro

domingo, 25 de junho de 2017

PREFÁCIO

Foto de Eloah Westphalen Naschenwen.


A história só se escreve com palavras depois

que se desenvolve como realidade.”
Florestan Fernandes – sociólogo, ensaísta brasileiro

A lusofonia é a plataforma que tem conduzido os países de língua portuguesa a se aproximarem e ampliar seu cabedal de conhecimento e de partilha de um passado comum e passível de muitas transformações.
O longo processo histórico do Brasil carrega consigo muito desta identidade cultural.
Apresentar um livro como este, de um amigo escritor de além- mar, e fazer jus a obra que tem como assunto a colonização portuguesa pós Cabralina,  é quando muito, desafiador.
 A obra de Daniel Costa, jornalista, poeta e escritor português, “Brasil – O Sorriso de Deus”, constitui, no seu conjunto, um belo elogio ao povo brasileiro, pois visa recontar o trabalho pioneiro de seus ancestrais, sua caminhada de conquistas e avanços tendo como mote as principais cidades brasileiras. E isto se percebe através da composição da sua obra.
Segundo o autor, a ideia do livro começou a germinar na leitura dos estudos do historiador Teodósio Mello, sobre a colonização no Brasil na Paraíba, em especial, e é também, produto de uma longa pesquisa abrangendo livros e várias fontes, inclusive trabalhos e artigos de sua lavra, assim como visitas presenciais ao Brasil.
O título em si carrega no seu bojo o encantamento do olhar do autor, que no decorrer da sua escrita aviva nossa perplexidade ante a história do país e deixa evidente a admiração e o vínculo de seu respeito com a história da colonização  e da miscigenação do povo brasileiro.
Página a página, vai nos levando a um mergulho na história e a uma extraordinária viagem no tempo.  Do passado, faz o confronto do desconhecido, com a verdade do presente e a beleza de futuro promissor.
Traz no seu conteúdo muita informação histórica que nos ajudam a compreender a natureza do homem na sua humanidade e a elucidar e perpetuar para a memória, os sonhos e as aspirações dos desbravadores de uma terra inóspita, mas rica de recursos e belezas naturais.
Como brasileira e escritora, aplaudo o trabalho acurado do autor na descrição dos fatos históricos, assim como à literatura lusófona que aproxima e amplia o intercâmbio entre os povos de língua portuguesa.
O Sorriso de Deus, vem para disseminar conhecimento, porém, mais do que tudo unir Portugal e Brasil na voz do escritor e do tempo, numa história real em dois universos tão distantes.
Segundo o escritor François La Rochefoucauld (1613-1680), “A distância é como os ventos: apaga as velas e acende as grandes fogueiras.”
Esse é o legado de Daniel Costa.
Boa leitura!

Eloah Westphalen Naschenweng
Presidente do Grupo de Poetas Livres/ Florianópolis- Brasil
Membro do Núcleo Acadêmico de Letras e Artes de Lisboa




quarta-feira, 21 de junho de 2017

POSFÁCIO

Foto de Pescador de Pérolas.

POSFÁCIO

Recebi, com imensa alegria, a responsabilidade de dizer alguma coisa, dentro das minhas limitações culturais e conhecimentos de história sobre o livro bem escrito e até romântico em certos momentos, do amigo escritor e poeta Daniel Costa: Brasil - O Sorriso de Deus.
Há tempo que o Daniel Costa falava do desejo e vontade que era escrever sobre a história que liga Portugal ao Brasil. Em boa parte fui testemunha da história aqui contada, algumas vezes fui até partícipe da mesma.
O autor na sua modéstia pesquisou, indagou, anotou, recolheu informes e deixa nesse livro como fonte de esclarecimento sobre o passado histórico. Pois nos dá, sem delongas, a noção dos acontecimentos, no tempo e lugar. Contudo nos enche de orgulho e serve para nos orientar, quando precisarmos falar do nosso povo e da nossa Pátria.
Confio e desejo que o autor se tenha realizado pelo trabalho tão bem elaborado que acaba de nos oferecer.
Siga em frente que o livro ficou magnífico.

Severa Cabral (escritora)

sexta-feira, 16 de junho de 2017

PEDRA DO INGÁ

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PEDRA DO INGÁ

Pedra do Ingá é um monumento arqueológico, que também se identifica por “Itacoatiara”, constituído por rochas, com inscrições rupestres, localizado no estado brasileiro da Paraíba, junto da cidade do Ingá.
O termo vem da língua tupi: itá (pedra) e kuatiara (riscada ou pintada). Reza a tradição, quando os índios potiguaras, que habitavam a região, indagados pelos colonizadores, sobre o significado dos sinais inscritos na rocha, eles usam o termo.
A formação rochosa, no seu conjunto principal, cobre uma área de 250 m2. Relevo de 50 metros de comprimento por 3 de altura, e áreas adjacentes.
Há inúmeras inscrições, de significados ainda continuam a ser incógnita. No conjunto, diversas figuras sugerem representações de animais, frutas, figuras humanas e constelações como a de Órion.
O sítio fica 109 km da cidade de João Pessoa e a 38 km de Campina Grande, havendo no local um edifício de apoio aos visitantes e as instalações um museu de História Natural, com diversos fósseis e utensílios líticos (relativos a pedras), encontrados na região.
Na verdade, Teodósio d Mello, já conhecedor visual da PEDRA DO INGÁ, nas suas visitas ao sítio e na da leitura de alguns estudos, de vários especialistas a propósito, não pôde deixar de admirar o monumento megalítico.
Perguntava-se:
- Há cerca de seis mil anos, a datação de certo modo consensual das inscrições, já teria havido, alguma ideia ou tentativa de colonização do sítio?
Há que ter em conta, que já investigadores a atribuir as inscrições a Fenícios e sabe-se a sua veia colonizara, na Europa, particularmente no território que e viria a ser Portugal.
Até há uma corrente a defender que os sinais do Ingá terão sido obra de engenharia extraterrestre.
O que para Teodósio de Mello, não é crível uma vez, não haver nada no planeta TERRA, que permita a afirmação peremptória de ter havido visitas de extraterrestres, embora continue a ser considerado, possível haver vida, para além da TERRA.
Em suma, até hoje, ainda não foi possível afirmar, sem reticências quem foram os autores, ou autor e motivações das inscrições do ingá.
A motivação até pode ser circunstancial e nada mais.
Tudo isto, embora vários estudiosos internacionais que têm passado pelo Ingá. É preciso desmitificar o assunto e Teodósio de Mello, por experiencia própria no terreno, em várias formações, humildemente, atreve-se a fazê-lo.
Como se atreve a dizer que, a alma dum povo é a sua cultura o que, certo modo os descobridores não descuraram, introduzindo missionários nas suas missões de exploração e ocupação.
Intensa cultura, que ainda estará a faltar no espaço da C.P.L.P. – Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. De anotar os entraves à circulação de obras literárias, muito devido a uma norma que a Revolução de Abril de 1974 aboliu, quanto aos custos de correio.
De facto a circulação postal, para o Brasil e do Brasil para Portugal era igual à interna. A denúncia terá partido de Portugal.
Acresce uma inusitada demora:
- Já houve casos em que livros, enviados via aérea, demoraram tanto, a chegar ao Nordeste brasileiro, como as caravelas de Pedro Álvares Cabral, em 1500. Como não aconteceu apenas uma vez, o assunto foi participado aos respectivos Serviços dos Ctt portugueses.
Á certa alegação, de que o problema teria a ver com o serviço de distribuição, no destino. Foi apontada a UPU – União Postal Universal, que por convenção, tem a faculdade de interferir e aclarar, problemas desse teor, como de outro.
Depois temos, O Acordo Ortográfico de Língua Portuguesa que visa criar uma ortografia unificada, por todos os países de língua oficial portuguesa, onde se incluí o Brasil.
Ciente da realidade brasileira, e de outras realidades, inclusive a portuguesa, o Acordo não é integralmente cumprido e, pelo que se sabe, é de prever que nunca seja. Isto na visão de Teodósio de Mello.
Duas realidades que conhece, de escritores de Angola e Brasil. Aqueles nos seus escritos usam bastantes palavras de dialectos locais, estes escudam-se até, no português arcaico, que os colonizadores transmitiram.
Em suma, a língua talvez se enriqueça pela diversidade!
Pensaram neste aspecto, os peritos da linguagem lusa?
Pensaram na origem, no latim e das muitas influências, na língua portuguesa?
Foi equacionada a variedade linguística, das diversas zonas do Brasil?
E dos países de África e da tentação de adopção de certas palavras, de uso local e ancestral?
Teodósio de Mello debruçou-se bastante sobre este aspecto, e não pode deixar de referir a variedade onomástica e dos seus modos diferentes de registo, que há no Brasil.
Fica esta pérola onomástica, do descendente de portugueses, da Paraíba, escrita pelo próprio, para que não haja equivoco:
- YAMAGUCHY…

Daniel Costa