terça-feira, 6 de agosto de 2013

PREFÁCIO


Mariazita em conversa com o autor, imediatamente, antes do lançamento do seu segundo livro
AMOR NA GUERRA.

PREFÁCIO

 
Conhecer o Daniel foi um milagre.
Um milagre que Daniel Costa vai celebrando dia-a-dia, através do seu optimismo sempre presente, e que se reflecte na sua profusa e variada escrita.
Com 3 livros de poemas e 3 em prosa publicados, e com o lançamento programado de novo livro de poemas para Outubro, este autor revela uma força interior gigantesca.
Quem conhecer o percurso de Daniel nos últimos dez anos compreenderá porquê ele considera ter adquirido o direito a uma segunda vida.
A primeira oportunidade de vida terminou há mais de dez anos atrás (em 2000), quando foi vítima de um fortíssimo AVC, que teria derrubado qualquer simples mortal; mas Daniel é homem de rija têmpera, e não só lhe sobreviveu após dois meses em coma, como reaprendeu tudo o que a doença lhe fizera esquecer, tendo começado a partir do zero, qual bebé recém-nascido.
Hoje encontra-se quase totalmente recuperado – o seu intelecto parece até que saiu revigorado – produzindo uma obra atrás de outra, sem descanso ou interregno.
No presente livro o autor lança-nos no mundo da intriga detectivesca, criando um charmoso detective – Olavo – que alia, ao seu brilhante e sempre bem sucedido trabalho de investigação, sucessivos casos amorosos, sem esquecer nunca a sua adorada esposa, Vera, que o aguarda sempre com um sorriso quando ele regressa das suas aventuras.
Mas será que Vera estará disposta a perdoar para sempre os casos amorosos em que Olavo se envolve, e de que ela tem sérias desconfianças? Só no decorrer da leitura destas páginas o iremos descobrir.
Daniel Costa, autor, dá-nos, com este livro, mais uma prova do seu inegável talento e valor intelectual.

 
Maria Caiano Azevedo
 
AO LEITOR RECOMENDA-SE ABRIR O LINK PARA TER ACESSO A UMA PASSAGEM DO ESCRITOR DANIEL COSTA, EM 16/04/2013 PELA TELEVISÃO. CONVIDO-O POIS A VER O QUE FOI UM AVC, DE ESTREMA GRAVIDADE QUE ULTRASSEI.

 


 

 

 

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

NOSSA SENHORA DA LUZ

 
 
NOSSA SENHORA DA LUZ 
 
 
Olavo continuava de férias em Guarabira, não como o que havia previsto, pois as prolongara, em virtude de se ter deixado apaixonar por Diana.
Já tinha convencionado com a nova amante, passarem a viver juntos no seu apartamento de Angra dos Reis.
O fato a levava a arrumar e a planear todos os seu interesses e bem assim emalar toda a sua vasta indumentária, assim como todos os objectos pessoais.
Sentia-se prazer em vê-los assim tão enamorados.
Como o detective, tinha gosto em tomar o maior conhecimento possível das localidades por onde passava, esse redobrou por ser Guarabira, a bela cidade da sua namorada, a quem já se afeiçoara muito.
Para ele era já um amor indestrutível.
Sentia-se muito correspondido, pela meiguice e amor dela.
Um par perfeito, em todos os aspectos, visíveis no modo como de entendiam.
Todos dias tinham os seus tempos de visita aos diversos pontos da cidade, que Diana ia apontando e se constituindo cicerone.
Certo dia deslocaram-se à catedral da Nossa da Luz. Ali sós, de mãos dadas, juraram amor e fidelidade para toda a vida.
Depois visitaram, demoradamente, o templo e as imediações.
Entretanto, Olavo já havia estudado um pouco do seu historial.
Fica uma resenha desse estudo:
- Em 1 de Novembro de 1755 com o grande terramoto de Portugal, que danificou muito a cidade de Lisboa e dizimou bastantes milhares de pessoas.
José Rodrigues Gonçalves da Costa, tomado de pânico, fugiu da Póvoa de Varzim, cidade onde residia.
Conduzindo a família e uma imagem de Nossa Senhora da Luz, a que tinha muita devoção e a quem erigiria uma ermida
Escolheu o Brasil:
- Dentro da Paraíba e em terras desta, escolheu a Guarabira, para cumprir a sua promessa.
A 27 de Abril de 1832, o Bispo da Diocese cria no estado da Paraíba a Freguesia de Nossa Senhora da Luz, sendo o seu primeiro pároco o Padre José Pereira de Araújo.
Em 18 de Outubro 1980 é instalada canonicamente, a Diocese de Guarabira. A 27 de Dezembro de 1981, teve como seu primeiro bispo, Dom Marcelo Pinto Carvalheira.
Na mesma data, a Paróquia de Nossa Senhora da Luz, foi elevada à dignidade de Catedral da Diocese.
Durante todo o tempo, o novo casal viveu junto no Vitor’s Centre Hotel, numa perfeita união de fato.
Entre o muito que o detective ia vendo, com a sua amada, estando próximo da época de Natal, altura em que as empresárias, Maria de Fátima e Ana Maria Tomaz, abririam a sua casa ao público com um gigantesco presépio, decidiram passar a quadra festiva em Guarabira.
Depois então, rumariam à nova morada.
Valeu a pena observar, a grandiosa estrutura do presépio, que a família Tomaz, há anos, construía e franquiava ao público.
Quem passar em frente ao lar, localizado na Praça Nossa Senhora da Luz, em frente à Catedral, começa por ficar maravilhado com a decoração.
Mas só entrando é que se poderá notar a verdadeira dimensão ornamental.
Cascatas, banda musical, Papai Noel da floresta, vitrais, presépios com o menino Jesus, anjos, árvore do pecado, casa das bonecas, duendes moradores de árvores, quebra-nozes, e uma infinidade de bonecos, podem ser vistos na residência.
Uma grande riqueza de detalhes, altamente, impressionante, só notados, se vistos pormenorizadamente.
Além de tudo estar provido de música ambiente, a proporcionar a visita também muito envolvente.
Segundo Olavo apurou, a grande magia natalícia é muito visitada por naturais de todo o Estado da Paraíba e está a atrair bastantes forasteiros de todo o nordeste.
O grandioso evento, não conta com apoio da administração pública municipal.
Estava cumprida a visita de sonho dos dois enamorados.
Depois viveram, muito entrelaçados, a última noite no hotel.
Ao outro dia já dormiram, festejado com extremo amor, no apartamento de Angra dos Reis.
Olavo, antes de mostrar a Diana a riqueza paisagística local, tratou de verificar os contactos recebidos no computador.
Tinha realmente bastante trabalho em mãos.
Tornara-se já um detective muito conceituado!
Depois voltou a abraçar muito forte, a beijar e acarinhar a sua Diana, de quem jamais se separaria.
Seguidamente, ambos foram a um mergulho, que seria como aspergir a amor que os unia.
Só na hora do almoço, feito num dos bons restaurantes locais. Olavo lhe deu conta das deslocações que já tinha de fazer.
No entanto, Diana acompanhá-lo-ia sempre, tal como haviam já acordado.
Daniel Costa