segunda-feira, 23 de julho de 2012

ILHA DE UPAON.AÇU



ILHA DE UPAON-AÇU

Ao regressar ao apartamento de Angra dos Reis, Mirta toda sorridente e atraente, estava pronta a seduzir Olavo, o que logo aconteceu.
Depois disso, por algum tempo, se quedaram a saborear o amor.
Naquele dia, o trabalho esperou.
No dia seguinte, o Inspector, reiniciou-o, na sala respectiva.
Lá estava, na sua Internet, a mensagem vinda da cidade de São Luís, capital do nordestino Maranhão.
Quem fazia o apelo era uma senhora, a Luna.
Como deixou os dados, para rápido contacto, como o número telefónico.
Olavo pegou no seu celular e carregou nos respectivos números, para lhe falar. O que de imediato aconteceu.
Ficou ao corrente do que se tratava, ela queria ter uma reunião com ele na sua cidade.
O Detective, primeiro iria, pesquisar onde se instalar. Depois de tudo tratado voltaria a contacto para, posteriormente, estabelecerem o encontro.
Só depois de tratar com o hotel Pestana São Luís, voltou a contactar e a marcar encontro com Luna, no bar do próprio hotel, dois dias depois, próximo da hora do jantar.
A reunião ficou assente,
Olavo chegou no dia antes para ver, algumas maravilhas da ilha.
O hotel situado à beira-mar, com as suas piscinas, logo o atraiu.
Seguiu a dar o seu mergulho nas cálidas águas, entre coqueiros.
São Luís, do Maranhão, é única cidade brasileira fundada por franceses, no dia oito de Setembro de 1612.
Posteriormente, foi invadida por holandeses.
Acabando por ser colonizada por portugueses, como todo o Brasil.
A capital do Maranhão, situa-se na Ilha de Upao-Açu.
Estar em São Luís, também pode ser imaginar os famosos lençóis maranhenses, situados no Parque Nacional, a cerca de duzentos quilómetros da cidade.
Ao Município de São Luís, são dados os seguintes atributos: “Jamaica Brasileira”, “Ilha do Amor”, “Atenas Brasileira”, “Cidade do Azulejo” e “Capital Brasileira do Reggae”.
Olavo, muito observador das características locais. Foi com este espírito que se encontrou com Luna, uma mulher bastante atraente.
Era perto da hora de jantar, o Inspector sempre galante e solidário, ao sentar-se, começou por dizer, em forma de questionamento:
- Se a nossa reunião decorresse à mesa do jantar?
Sugestão bem aceite pela sua interlocutora.
Decorria o jantar e Luna, enquanto ia explanando, os motivos que a apoquentavam.
Enquanto isto mais os olhos se fixavam nos de Olavo.
O que pretendia, era ver desvendado o porquê do marido, Fábio, a ter trocado por outra, estando agora a morar a cidade de Arari e querer manter o casamento, sem conceder o divórcio.
Em dado instante mais se adensavam os seus olhares e as suas carências.
Olavo, já com o número de celular, e outros dados, comprometeu-se a procurar, no dia seguinte, reunir-se com Fábio em Arari.
Tudo certo, Luna confiava nele, podia dizer-se demais.
Não descansou, enquanto o Inspector não a convidou a fazer-lhe companhia nessa noite.
Daniel Costa





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quarta-feira, 11 de julho de 2012

CASA DE PORTUGAL - SÃO PAULO


         

CASA DE PORTUGAL – SÃO PAULO

Até ao fim das férias da esposa, o Inspector manteve-se em Lisboa.
Diariamente iam a uma praia, dos arredores, onde almoçavam.
De regresso, Olavo deixava Vera em casa, passava o resto do dia no seu escritório, a tratar do expediente, acusado no seu mundo, o computador.
Era de lá, que sempre enviava o E-Mail à sua namorada no Brasil, Mirta de Nova Lima, instalada quase em permanência, no seu apartamento de Angra dos Reis.
Foi assim que lhe fez saber da sua chegada na semana seguinte.
Olavo chegou na Terça-Feira, encontrou a namorada muito feliz, esperando-o com um requintado jantar.
Sob ténue luz de velas, calmamente jantaram, em clima muito romântico, a pressupor o que se seguiria.
De facto Olavo, acabou por mais nada fazer já, do que corresponder aos meigos e doces olhares da amada.
No fim, sempre num clima de romantismo foram, tranquilamente tomar café.
Só ao outro dia Olavo foi ver o expediente, lá tinha um pedido de contacto, que guardou para depois de ter novo encontro com Bernardo.
De seguida estabeleceu contacto com ele.
Ficou logo decidido, o encontro num jantar na Casa de Portugal, em São Paulo.
Na sua maioria, Luso Descendentes, ali existe um grande núcleo.
A Casa de grandes instalações, na Avenida da Liberdade, 602, onde se exibem, das maiores atracões do espectáculo de Portugal e não só.
Olavo voltou a marcar dormida, por uma noite, no Paulista Center Hotel.
Depois dirigiu-se à Avenida da Liberdade, a jantar com o cliente, a dar-lhe conta das conclusões do seu processo.
Jantaram em reunião, no sofisticado restaurante da casa, o Marquês Buffet.
Foi durante esse, que Olavo disse que se encontrara no “Java”, em Peniche, com Rosália e Amaral, o tal armador.
Confrontando estes, acabaram por decidir casar, logo após obtido o divórcio de Rosália, já que Amaral era viúvo.
A realidade era essa, a que Bernardo jamais podia fugir.
Como resposta, este disse:
- Refarei a vida em São Paulo, desejaria não voltar mais Peniche!
Um amor fará esquecer outro!
Disse!
Olavo revelou, ter sido logo contratado para mediar o processo de divórcio.
Todas as despesas inerentes, inclusive a deslocação de Bernardo a Peniche, à conta de Amaral.
A conversação com o detective terminou, com o cliente a revelar, que a esposa, deixara de o ser a partir do momento.
Ficou acordado um novo contacto, a determinar a formalização, à posteriori.

Daniel Costa