CASAL DO FOZ A TERCEIRA LENDA

Sem duvida, o Brasil é o País do futuro. Há apenas, de não se adiar esse futuro.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

ANALISE SOCIOLÓGICA DAS ELITES BRASILEIRAS

Foto de Daniel Cordeiro Costa.




ANÁLISE SOCIOLÓGICA DAS ELITES

Já se vê que,  Miguel Foz, se acreditasse em destinos, intuiria já estar pré-determinado ter nascido brasileiro, mas não, a dedicação ao País do Cruzeiro do Sul é apenas factual.
Sendo assim, com certo conhecimento de causas e efeito, propõe-se analisar esse grande futuro que sempre foi destinado ao Brasil, e que a sua colonização e consequente descolonização, continuam a fazer pressupor.
É que o extenso País, onde brilha a estrela do Sul, cujas fronteira, determinaram uma dimensão territorial alargada, pressupondo um extenso mercado económico, ainda inexplorado.
Nesta era, da globalização, isso é fulcral e deixa antever um grande drama de uma sociedade a parecer incapaz de se superar, produzindo no seu meu meio, elementos capazes de bem governar, rumo a esse futuro.
A grande República Federativa do Brasil, é composta por 27 Unidades Federativas, mais propriamente o Estado Federal e mais 26 Unidades Federativas, em extensão é nada mais, nada menos, que o quinto país do mundo, numa área de 8.515. 767.049 km. logo atrás da Rússia, China, Estados Unidos e Canadá.
Por aqui se se vê, que é o terceiro maior do seu continente, a seguir aos Estados Unidos da América.
E como escreveu alguém, brasileiro, que residiu em Portugal alguns anos:

- Acredito que Portugal tenha certas características nas quais o mundo inteiro devia inspirar-se.
Se Portugal vive do passado, eu tenho a certeza de que é isso o que os faz ter raízes tão fundas e fortes.
O mundo devia ter o balanço entre a rigidez e o afecto que tem os portugueses.
De nada adiantam a simpatia dos brasileiros se eles nos impedem de agir com a seriedade que determinados assuntos exigem.
O deputado Jair Bolsonaro, que defende ideias piores que as Donald Tramp, emergiu como piada e hoje se fortalece como descuido no nosso cenário político.
Nem Bolsonaro nem Trump passariam em Portugal.
Os portugueses – de direita ou de esquerda – não riem desses tipo de figura, nem permitem que elas floresçam.
Acho que o mundo seria melhor se fosse um pouquinho mais parecido com Portugal.
Essa sorte, pelo menos, nós brasileiros tivemos.

Eis uma síntese antropológica e sociológica, dos descobrimentos e posterior colonização que os portuguesas, levaram a efeito ao comandaram e traçarem as fronteiras do Brasil.
Porém, essas elites, não se limitaram a tratar das fronteiras, elas já eram acompanhadas de elementos, nomeadamente o clero, para que a aculturação fosse um facto saliente.
Ora, o seguinte enunciado: um Estado consiste num País, numa extensão de terreno, um povo, uma religião e uma cultura.
Com a independência, em 07/09/1822, com o famoso grito do Ipiranga, junto do riacho do mesmo nome, dado por D. Pedro, filho do rei de Portugal.
O mesmo que viria a ser o primeiro Imperador do Brasil, como D. Pedro I.
Estavam criadas condições para as elites do novo País, que Portugal deixava, pela descolonização o engradecerem com estruturas de melhor alcance económico.
Seria daí que adiria o bem-estar de todo o povo e não só, o de alguns, como tem acontecido, a longo de cerca de dois séculos.
Então, onde está o Brasil, País do Futuro?
- Grande futuro, para o Brasil, nunca deixou de existir, e mesmo na era da Globalização ele mais se acentua.
Senão vejamos:
- O povo de todo o mundo, não vivem da produção de serviços, mas da criação de produtos que, só da terra e do mar se podem extrair.
Como pode ser visível, nesse aspecto, o solo e o subsolo do extenso Brasil, convidam a uma exploração em moldes de modernidade.
Ao longo destes últimos dois séculos, da sociedade do Brasil, não terão surgido génios políticos, ou estes terão sido ofuscados por elites, pouco menos que medíocres a sentirem-se bem entre a mediocridade de corruptos.

Foto de Daniel Cordeiro Costa.


Assim pensa Miguel Foz, Brasileirão convicto, que abordará o tema: BRASIL - PAÍS DO FUTURO, sob o ponto de vista da antropologia e da sociologia.

Daniel Costa




segunda-feira, 10 de julho de 2017

BRASIL - TALISMÃ

Foto de Daniel Cordeiro Costa.
Foto de Daniel Cordeiro Costa.
Foto de Daniel Cordeiro Costa.
Foto de Daniel Cordeiro Costa.

BRASIL - TALISMÃ

Em Janeiro de 1964 Miguel Foz, Criou a FRANQUIA – Revista Filatélica Portuguesa, objectivamente visando cobrir, Jornalisticamente, todo o espaço de língua portuguesa, o que é actualmente o espaço da Lusofonia.
Além de que, então espaço colonial português, incluía o Brasil, isso era indicado em toda a propaganda dirigida.
A revista foi a primeira, devidamente registada, de língua portuguesa impressa em Off-set, com capa a quatro cores.
Apesar do grande País, que é Brasil, o grande mercado, até à Revolução Portuguesa de Abril, logo em 1964, foi Angola.
De notar que os pagamentos vinham em jogo de lotaria, cautelas premiadas, já que o dinheiro angolano era, apenas, de circulação interna.
Todos os aviões TAP, das carreiras de Angola, na altura, três por semana, traziam cautelas premiadas, para assinaturas da FRANQUIA.
Para o Brasil, Miguel Foz, fazia expedir imensa propaganda dirigida, dado o custo de correio, por convenção, ser igual ao de Portugal, acrescido de portes aéreos, no caso dessa opção.
De modo espontâneo, o jornalista filatélico, Américo Tozzini. Com coluna no jornal Esporte de São Paulo, e espaço semanal “Cinco Minutos com a Filatelia” no programa radiofónico da Rádio Bandeirantes, “Pulo do Gato”, de São Paulo, passou a promover a revista FRANQUIA e a escrever semanalmente, ao seu Director.
Resultou que, bastantes jornalistas, de cidades periféricas de São Paulo, promoveram a novidade FRANQUIA, em resultado, o acervo da já extinta revista tem na sua constituição, uma pasta repleta de recortes que mencionam a revista ou o seu Director.
Depois as tarifas de correio, foram revistas, em alta, houve grande desvalorização monetária e o mercado Brasil foi-se desvanecendo.
Américo Tozzini, já a morar em São Vicente, continuou a escrever na mesma cadência, até que a sua voz se apagou.
Entretanto, como Freelancer, Miguel Foz veio e escrever mais sobre a filatelia do Brasil, nomeadamente bastante, para a Revista Crónica Filatélica de Madrid.
No intervalo preparou e publicou na Revista FN – Filatelia e Numismática, uma entrevista ao General Euclides Pontes, Presidente da FEBRAF – Federação Brasileira de Filatelia.
Das cerca de cinquenta medalhas de Exposições Filatélicas, conquistadas, na Classe Literatura, algumas, incluindo a primeira, foram atribuídas em certames do Brasil.
Por tudo isto e muito mais, aquele País da América Latina, entrou no coração de Miguel Foz, como talismã.
Quanto mais vai conhecendo o próprio Pais, e os muitos brasileiros que agora já conhece  pessoalmente, mais sente admiração pela grande extensão do seu território e pela grandeza suas potencialidades económicas.


Daniel Costa

quinta-feira, 6 de julho de 2017

A EXCELSA CELSA

Foto de Daniel Cordeiro Costa.


A EXCELSA CELSA

Foi já em 1968 que Miguel Foz entrou nos quadros intermédios da grande Fábrica Gráfica, Bertrand & Irmãos, então detida pelo Grupo brasileiro A.G.G.S.
Ali tomou conhecimentos avançados, para a época, de entusiasmar quem, tendo partido havia quatro anos, de jornaleiro de jorna, da agricultura.
Ali estava Miguel Foz, no gabinete que partilhava, com o veterano António Alcaraz, a ser o representante interno para as livrarias, nas obras editorias de livros.
Logo aí, começou por fixar muitos vocábulos usados no Brasil, com vários colegas, normalmente de serviços administrativos, com realce para o Senhor Mariano, um homem muito tranquilo, que do Rio de Janeiro, foi destinado a implementar uma nova filosofia na produção gráfica, da Bertrand & Irmãos.
Deu-se singular avanço cultural, já que o meio gráfico e literário, era na altura, o de mais – valia nesse aspecto. Isso pode ver-se no livro LISBOA CAFÉ, no espaço dedicado à Gráfica Bertrand & Irmãos, que também foca a dignidade atingida, assim como as interessantes amizades criadas no meio literário.
Note-se apenas, a interacção com um sobrinho, do genial poeta da língua, Fernando Pessoa.
Fernando Pessoa, que sendo conhecido como verdadeiro príncipe, dos poetas, a então Agência de Publicidade CINEVOZ, no Natal de 1969, decidiu fazer uma recolha dos artigos que publicou na revista, COMÉRCIO E CONTABILIDADE, que seu cunhado, Francisco Caetano Dias, fundou e dirigiu.
A CINEVOZ, titulou o livro, de apenas quinhentos exemplares, por TEXTOS PARA DIRIGENTES DE EMPRESAS, para ser o seu cartão de Boas Festas de 1969.
Estava, pois, encetado o rumo lusófono - brasileiro, de Miguel Foz, como se irá ver.

Daniel Costa




terça-feira, 4 de julho de 2017

BRASIL - O PAÍS DO FUTURO

INICIO... Brasil o País do Futuro

domingo, 25 de junho de 2017

PREFÁCIO

Foto de Eloah Westphalen Naschenwen.


A história só se escreve com palavras depois

que se desenvolve como realidade.”
Florestan Fernandes – sociólogo, ensaísta brasileiro

A lusofonia é a plataforma que tem conduzido os países de língua portuguesa a se aproximarem e ampliar seu cabedal de conhecimento e de partilha de um passado comum e passível de muitas transformações.
O longo processo histórico do Brasil carrega consigo muito desta identidade cultural.
Apresentar um livro como este, de um amigo escritor de além- mar, e fazer jus a obra que tem como assunto a colonização portuguesa pós Cabralina,  é quando muito, desafiador.
 A obra de Daniel Costa, jornalista, poeta e escritor português, “Brasil – O Sorriso de Deus”, constitui, no seu conjunto, um belo elogio ao povo brasileiro, pois visa recontar o trabalho pioneiro de seus ancestrais, sua caminhada de conquistas e avanços tendo como mote as principais cidades brasileiras. E isto se percebe através da composição da sua obra.
Segundo o autor, a ideia do livro começou a germinar na leitura dos estudos do historiador Teodósio Mello, sobre a colonização no Brasil na Paraíba, em especial, e é também, produto de uma longa pesquisa abrangendo livros e várias fontes, inclusive trabalhos e artigos de sua lavra, assim como visitas presenciais ao Brasil.
O título em si carrega no seu bojo o encantamento do olhar do autor, que no decorrer da sua escrita aviva nossa perplexidade ante a história do país e deixa evidente a admiração e o vínculo de seu respeito com a história da colonização  e da miscigenação do povo brasileiro.
Página a página, vai nos levando a um mergulho na história e a uma extraordinária viagem no tempo.  Do passado, faz o confronto do desconhecido, com a verdade do presente e a beleza de futuro promissor.
Traz no seu conteúdo muita informação histórica que nos ajudam a compreender a natureza do homem na sua humanidade e a elucidar e perpetuar para a memória, os sonhos e as aspirações dos desbravadores de uma terra inóspita, mas rica de recursos e belezas naturais.
Como brasileira e escritora, aplaudo o trabalho acurado do autor na descrição dos fatos históricos, assim como à literatura lusófona que aproxima e amplia o intercâmbio entre os povos de língua portuguesa.
O Sorriso de Deus, vem para disseminar conhecimento, porém, mais do que tudo unir Portugal e Brasil na voz do escritor e do tempo, numa história real em dois universos tão distantes.
Segundo o escritor François La Rochefoucauld (1613-1680), “A distância é como os ventos: apaga as velas e acende as grandes fogueiras.”
Esse é o legado de Daniel Costa.
Boa leitura!

Eloah Westphalen Naschenweng
Presidente do Grupo de Poetas Livres/ Florianópolis- Brasil
Membro do Núcleo Acadêmico de Letras e Artes de Lisboa




quarta-feira, 21 de junho de 2017

POSFÁCIO

Foto de Pescador de Pérolas.

POSFÁCIO

Recebi, com imensa alegria, a responsabilidade de dizer alguma coisa, dentro das minhas limitações culturais e conhecimentos de história sobre o livro bem escrito e até romântico em certos momentos, do amigo escritor e poeta Daniel Costa: Brasil - O Sorriso de Deus.
Há tempo que o Daniel Costa falava do desejo e vontade que era escrever sobre a história que liga Portugal ao Brasil. Em boa parte fui testemunha da história aqui contada, algumas vezes fui até partícipe da mesma.
O autor na sua modéstia pesquisou, indagou, anotou, recolheu informes e deixa nesse livro como fonte de esclarecimento sobre o passado histórico. Pois nos dá, sem delongas, a noção dos acontecimentos, no tempo e lugar. Contudo nos enche de orgulho e serve para nos orientar, quando precisarmos falar do nosso povo e da nossa Pátria.
Confio e desejo que o autor se tenha realizado pelo trabalho tão bem elaborado que acaba de nos oferecer.
Siga em frente que o livro ficou magnífico.

Severa Cabral (escritora)

sexta-feira, 16 de junho de 2017

PEDRA DO INGÁ

Resultado de imagem para município do ingá
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PEDRA DO INGÁ

Pedra do Ingá é um monumento arqueológico, que também se identifica por “Itacoatiara”, constituído por rochas, com inscrições rupestres, localizado no estado brasileiro da Paraíba, junto da cidade do Ingá.
O termo vem da língua tupi: itá (pedra) e kuatiara (riscada ou pintada). Reza a tradição, quando os índios potiguaras, que habitavam a região, indagados pelos colonizadores, sobre o significado dos sinais inscritos na rocha, eles usam o termo.
A formação rochosa, no seu conjunto principal, cobre uma área de 250 m2. Relevo de 50 metros de comprimento por 3 de altura, e áreas adjacentes.
Há inúmeras inscrições, de significados ainda continuam a ser incógnita. No conjunto, diversas figuras sugerem representações de animais, frutas, figuras humanas e constelações como a de Órion.
O sítio fica 109 km da cidade de João Pessoa e a 38 km de Campina Grande, havendo no local um edifício de apoio aos visitantes e as instalações um museu de História Natural, com diversos fósseis e utensílios líticos (relativos a pedras), encontrados na região.
Na verdade, Teodósio d Mello, já conhecedor visual da PEDRA DO INGÁ, nas suas visitas ao sítio e na da leitura de alguns estudos, de vários especialistas a propósito, não pôde deixar de admirar o monumento megalítico.
Perguntava-se:
- Há cerca de seis mil anos, a datação de certo modo consensual das inscrições, já teria havido, alguma ideia ou tentativa de colonização do sítio?
Há que ter em conta, que já investigadores a atribuir as inscrições a Fenícios e sabe-se a sua veia colonizara, na Europa, particularmente no território que e viria a ser Portugal.
Até há uma corrente a defender que os sinais do Ingá terão sido obra de engenharia extraterrestre.
O que para Teodósio de Mello, não é crível uma vez, não haver nada no planeta TERRA, que permita a afirmação peremptória de ter havido visitas de extraterrestres, embora continue a ser considerado, possível haver vida, para além da TERRA.
Em suma, até hoje, ainda não foi possível afirmar, sem reticências quem foram os autores, ou autor e motivações das inscrições do ingá.
A motivação até pode ser circunstancial e nada mais.
Tudo isto, embora vários estudiosos internacionais que têm passado pelo Ingá. É preciso desmitificar o assunto e Teodósio de Mello, por experiencia própria no terreno, em várias formações, humildemente, atreve-se a fazê-lo.
Como se atreve a dizer que, a alma dum povo é a sua cultura o que, certo modo os descobridores não descuraram, introduzindo missionários nas suas missões de exploração e ocupação.
Intensa cultura, que ainda estará a faltar no espaço da C.P.L.P. – Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. De anotar os entraves à circulação de obras literárias, muito devido a uma norma que a Revolução de Abril de 1974 aboliu, quanto aos custos de correio.
De facto a circulação postal, para o Brasil e do Brasil para Portugal era igual à interna. A denúncia terá partido de Portugal.
Acresce uma inusitada demora:
- Já houve casos em que livros, enviados via aérea, demoraram tanto, a chegar ao Nordeste brasileiro, como as caravelas de Pedro Álvares Cabral, em 1500. Como não aconteceu apenas uma vez, o assunto foi participado aos respectivos Serviços dos Ctt portugueses.
Á certa alegação, de que o problema teria a ver com o serviço de distribuição, no destino. Foi apontada a UPU – União Postal Universal, que por convenção, tem a faculdade de interferir e aclarar, problemas desse teor, como de outro.
Depois temos, O Acordo Ortográfico de Língua Portuguesa que visa criar uma ortografia unificada, por todos os países de língua oficial portuguesa, onde se incluí o Brasil.
Ciente da realidade brasileira, e de outras realidades, inclusive a portuguesa, o Acordo não é integralmente cumprido e, pelo que se sabe, é de prever que nunca seja. Isto na visão de Teodósio de Mello.
Duas realidades que conhece, de escritores de Angola e Brasil. Aqueles nos seus escritos usam bastantes palavras de dialectos locais, estes escudam-se até, no português arcaico, que os colonizadores transmitiram.
Em suma, a língua talvez se enriqueça pela diversidade!
Pensaram neste aspecto, os peritos da linguagem lusa?
Pensaram na origem, no latim e das muitas influências, na língua portuguesa?
Foi equacionada a variedade linguística, das diversas zonas do Brasil?
E dos países de África e da tentação de adopção de certas palavras, de uso local e ancestral?
Teodósio de Mello debruçou-se bastante sobre este aspecto, e não pode deixar de referir a variedade onomástica e dos seus modos diferentes de registo, que há no Brasil.
Fica esta pérola onomástica, do descendente de portugueses, da Paraíba, escrita pelo próprio, para que não haja equivoco:
- YAMAGUCHY…

Daniel Costa