CASAL DO FOZ A TERCEIRA LENDA

Sem duvida, o Brasil é o País do futuro. Há apenas, de não se adiar esse futuro.

terça-feira, 7 de junho de 2011

CONFERÊNCIA

CICLO DE CONFERÊNCIAS DE ESCRITORES DA GUERRA DO ULTRAMAR. Para a minha, a 17 de Julho, ficam convidados todos

                 


abraço
Daniel Costa

quinta-feira, 26 de maio de 2011

CONFERÊNCIA

                 CICLO DE CONFERÊNCIAS DE ESCRITORES DA GUERRA DO ULTRAMAR

                                  

Ficam todos convidados a estar presentes na sessão, Estrada de Benfica, 419 Lisboa

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

AMOR NA GUERRA - LANÇAMENTO DO LIVRO


A APRESENTAÇÃO DA OBRA E DO AUTOR FOI DE MARIAZITA - MARIA CAIANO AZEVEDO, PARA O QUE ESCREVEU O SEGUINTE TEXTO DE QUE FEZ A LEITURA::

PALAVRAS PARA O LANÇAMENTO DO LIVRO DO DANIEL

Foi um prazer e um privilégio ler o prefácio do livro que agora se lança – Amor na Guerra – da autoria do nosso querido amigo Daniel.
O Daniel é uma pessoa por quem tenho uma enorme admiração, especialmente pela sua grande força interior.
Qual Fénix, também ele renasceu das cinzas, e aqui está entre nós, nesta segunda oportunidade que lhe foi dada, e que aproveita nos mínimos detalhes.
Escritor incansável, abusa, por vezes, em meu entender…
Sobre o livro agora lançado, direi que quem viveu os tempos da chamada «guerra colonial» sentirá um sabor muito especial ao ler o relato de tantos acontecimentos vividos pelo autor.
Os que não são desse tempo gostarão igualmente, talvez de forma diferente, de saber como eram vividas essas experiências, que o Daniel tão bem descreve.
São muitas as histórias contadas, todas com a sua participação.
O texto deste livro foi publicado, em episódios, num dos blogs do autor.
Segui quase todos os capítulos. Por isso falo com conhecimento de causa: comprem o livro e deliciem-se com a sua leitura.
Vale a pena.

Obrigada pela vossa atenção.

 





segunda-feira, 1 de novembro de 2010

AMOR NA GUERRA

CONVITE DE LANÇAMENTO
Quem more nos arredores ou deseje vir a Lisboa fica convidadado para o lançamento.


Daniel Costa

sábado, 25 de setembro de 2010

AMOR NA GUERRA

FORMALIZAÇÃO

AMOR NA GUERRA, ESTANDO JÁ EM PROCESSO DE EDIÇÃO, ONTEM, DIA 24/09/2010, COM A ASSINATURA DE CONTRATO ENTRE A REPRESENTANTE DA EDITORA ALFARROBA E O AUTOR FICOU OFICILIZADA A EDIÇÃO.
A OBRA, POSSIVELMENTE, AINDA SERÁ LANÇADA ESTE ANO DE 2010, SEGUNDO PALAVRAS DA RESPONSÁVEL EDITORIAL, QUE MOSTROU BASTANTE INTERESSE NA EDIÇÃO.

NO FIM OS DOIS AUTORGANTES DEIXARAM-SE FOTOGRAFAR.

Daniel Costa

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

AMOR NA GUERRA


CONTRACAPA

Só com a chegada de oficiais de Cavalaria, ao Regimento, em Estremoz, em Agosto de 1961, sob o comando do, então Tenente-Coronel Spínola, a formar o Batalhão 345, onde Daniel Costa foi incorporado, este ficou com a certeza da sua mobilização para a Guerra do Ultramar.
Logo aí o autor decidiu anotar diariamente todas as incidências porque passasse em campanha, com vista a editar um futuro livro baseado na vida de caserna, visto que pertencia à classe de Praças.
Depois de algum tempo a pertencer àquele batalhão, no Esquadrão 297, numa reviravolta por motivos, diria falta de organização nas secretarias militares, daqueles tempos conturbados, O 297 avançou, adido, para o quartel de Faro, onde ficaria, a aguardar embarque e a substituir um outro ali colocado, cujo comandante reivindicou procedência, como lhe competia.
Em 11 de Janeiro de 1962, partindo já de Faro o 297 foi juntar-se, no cais da Rocha Conde de Óbidos, ao Batalhão 350, comandado pelo franzino, Tenente-Coronel Costa Gomes (irmão do que foi, mais tarde, presidente da República Portuguesa), ali se embarcou para Angola.
Sempre o diário foi acarinhado, apesar do autor deste livro ter sido jornalista e editor de uma revista mensal, cerca de 30 anos, ou por isso, nunca tinha havido tempo para concretizar a compilação e edição.
Deve ser aqui evocado o Sargento Pinedo, que sempre distinguiu o autor, apesar de ser em homenagem póstuma. Além de várias provas de apreço, dele partiu a indicação para a substituição do lugar do Sargento que dirigia o rancho, lugar de especialista com essa classe militar inerente.
Deve ficar aqui uma referência ao General João Ramiro Alves Ribeiro, também a título póstumo, que comandou o Esquadrão 297, como Capitão, pelo apreço do seu profissionalismo como comandante militar.

AMOR NA GUERRA está em edição, este post é tal como irá figurar na capa do livro.

Daniel Costa

domingo, 20 de junho de 2010

AMOR NA GUERRA

DUAS PALAVRAS

O Jornal da Amadora publicou de 1 de Janeiro do ano de 2006 a 15 de Fevereiro de 2007 as crónicas de Daniel Costa enquanto militar mobilizado em comissão de serviço no norte de Angola a fim de combater na guerra colonial.
Tudo começou nos primeiros meses de 1962 e vai desenrolar-se até Abril de 1964.
O relato assume-se sempre de forma objectivada e pormenorizada.
A escrita diarística encontra aqui um representante válido porquanto os acontecimentos militares não podem excluir as relações de casualidade.
Trabalhos desta índole representam na micro estória a busca de significantes e interrogam-nos.
A figura do soldado Onofre (Daniel Costa), nestas crónicas revela uma continuidade complementar na postura que se propõe a si próprio ao longo do relato, na procura, conseguida, de informar e informar-se.
Prepassam nestas páginas breves alusões, embora, a personagens conquanto alheias à guerra colonial relevam de contemporaneidade ( De Gaulle e Montegomery).
Todo o descritivo situa-se na ambiência geográfica africana - a negritude - na sua carga milenar; esta assimila-se à presença portuguesa gerando a miceginação.
O acervo de dados a partir do Esquadrão 297 é impressionante: o real quotidiano, as obrigações da guerrilha. o outro. A Breda e a Mauser, o alojamento, os acampamentos, as refeições, o convívio entre militares, o lazer, as "madrinhas" de guerra.
Os desfiles. A sexualidade na ambivalência das recordações femininas e as "derivações" na mulher africana.
Por fim a aurora da libertação.
Onofre (Daniel Costa) coloca-nos perante as memórias das vivências insuspeitadas destes actores.
Deles e dor do outro, visto que a memória é recíproca.
Necessáriamente.

A. M.

Lisboa, Agosto de 2007