
PRAIA DO AMOR
Depois de arrumadas várias questões, secretariado eficientemente, pela bonita Mirta, sua amada em Angra dos Reis, tinha em suspenso, um caso na Praia do Amor.
Era numa das edílicas praias do Departamento Federal de Paraiba, perto da capital daquele Estado, João Pessoa, onde se situava a Praia do Amor.
Cerca de cento e cinquenta quilómetros de praias são um dado.
Uma vez que se tratava de ir estar também numa zona paradisíaca, imaginou ir acompanhado da sua linda Mirta, que apresentaria como sua secretária.
Fora dali ao Aeroporto do Rio de Janeiro, apanhar um voo para a cidade de João Pessoa.
Ali apanharam um táxi até à Praia dos Amores.
O motorista recomendou o Hotel Rieger, Baneário de Camboriú, perto do destino.
Ali se instalaram, não sem antes a sós, se darem a manifestações intensamente amorosas, pensaram então na praia
Dado que só na tarde do dia seguinte, Olavo tinha aprazado encontro com Clonisse, Viveram o resto da tarde as delícias que a Paria do Amor, pode proporcionar.
Os seus numerosos penhascos, na própria praia ou já no mar, esculpidas por este, ao longo de milénios, um espectáculo digno de ser visto.
Sempre em jeito de casalinho de rolas, entregaram-se a uma sessão natatória.
De seguida, sempre no mesmo jeito de ternura, dedicaram-se a um demorado banho de sol, à vista daquele agradável mar de um lindo azul, escutando o seu doce marulhar.
Posto que veio a noitinha, regressaram ao hotel.
Chegados, Olavo através do notebook, contactou a unidade do apartamento de Angra dos Reis.
Depois enviou E-Mail, o que fazia diariamente, à sua amada Vera, a mulher da sua vida.
Jamais esqueceria, a sua terna esposa. Ela estaria sempre pronta a esquecer a suas infidelidades.
Na verdade Olavo, que nunca fora o que se chama de pinga amor, pensava:
- Hum… infidelidades profissionais!...
O casalinho, entregando-se, mas uma vez a uma ternura ímpar, acabou por jantar no quarto.
Parecia que Mirta, encontrara a felicidade completa, na sua entrega de alma e coração, ao “gentleman” Olavo.
Na manhã seguinte, voltaram, à Praia do Amor, tinham sabido que por perto, havia um espaço reservado a nudismo.
Sem ideias de “voyerismo” foram observar de relance.
Após o que voltaram a mergulhar e de seguida, a mais um aprazível banho de sol.
Daniel Costa




